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Forros e Divisórias em Belo Horizonte

Escritório Open Space Como Reduzir Barulhos

Seu escritório faz muito barulho? Veja como resolver sem grandes reformas

Conversas paralelas, videoconferências, telefones, impressoras, sistemas de climatização e pessoas circulando ao mesmo tempo podem transformar um ambiente corporativo aberto em um espaço difícil para trabalhar. 

Em muitos casos, o problema aparece mesmo quando o escritório é moderno, bem iluminado e visualmente organizado.

No escritório open space, a ausência de paredes facilita a comunicação e melhora o aproveitamento da área, mas também permite que a fala se propague por distâncias maiores. 

Quando teto, piso, paredes e mobiliário possuem superfícies muito refletoras, parte dessa energia sonora permanece no ambiente e aumenta a sensação de barulho.

Isso não significa que a única saída seja construir novas salas ou iniciar uma reforma extensa. 

Dependendo da origem do problema, é possível combinar forros acústicos, divisórias, revestimentos, elementos absorventes e ajustes no layout para controlar a propagação sonora com intervenções relativamente rápidas.

A seguir, você entenderá como identificar as principais fontes de desconforto acústico e quais soluções podem ser adotadas sem descaracterizar completamente o escritório.

Como reduzir o barulho em um escritório open space?

Para reduzir o ruído em um escritório open space, é necessário controlar tanto as fontes sonoras quanto a forma como o som se espalha pelo ambiente. 

Isso pode envolver forros com absorção acústica, divisórias entre estações, revestimentos absorventes, reorganização dos postos de trabalho e criação de áreas específicas para reuniões e chamadas.

O tratamento adequado depende da atividade realizada no espaço. Um setor comercial com grande quantidade de telefonemas, por exemplo, demanda uma estratégia diferente daquela utilizada em uma área onde predominam tarefas de concentração e análise.

Por que o escritório aberto parece mais barulhento?

Um erro comum é atribuir o problema apenas ao número de pessoas.

Duas áreas com a mesma quantidade de colaboradores podem apresentar condições sonoras bastante diferentes. 

Isso ocorre porque o conforto acústico depende também das dimensões da sala, do pé-direito, dos materiais presentes, do posicionamento das estações, da distância entre as equipes e das próprias atividades executadas.

Imagine um escritório com:

  • laje ou teto rígido;
  • piso cerâmico ou porcelanato;
  • grandes áreas envidraçadas;
  • mesas com superfícies duras;
  • poucas divisórias;
  • quase nenhum material absorvente.

Grande parte do som gerado pelas conversas encontra superfícies capazes de refletir a energia sonora. O resultado pode ser maior reverberação e propagação da fala por diferentes regiões do pavimento.

A pessoa sentada a vários metros de uma conversa continua percebendo palavras, risadas e chamadas telefônicas que não têm relação com sua atividade.

Por isso, melhorar a acústica não significa simplesmente “abafar” o escritório. O objetivo é administrar como o som se comporta. Nesse processo, a escolha do teto pode ter participação relevante, especialmente em ambientes amplos. 

O conteúdo da IGB sobre forro mineral para escritórios detalha como esse sistema pode contribuir para reduzir reflexões sonoras e melhorar o conforto acústico.

Ruído, reverberação e falta de privacidade são problemas diferentes

Antes de definir a solução, três fenômenos precisam ser diferenciados.

Ruído é o som indesejado que interfere em determinada atividade.

Reverberação ocorre quando o som continua refletindo nas superfícies do ambiente durante determinado período após sua emissão.

Já a privacidade da fala está relacionada à possibilidade de outras pessoas compreenderem uma conversa que não deveria chegar claramente até elas.

Em ambientes corporativos, esses problemas podem acontecer ao mesmo tempo, mas não são resolvidos necessariamente com o mesmo material.

Uma solução absorvente aplicada ao teto, por exemplo, pode reduzir reflexões dentro da sala. Isso não significa que ela automaticamente criará isolamento acústico entre dois ambientes.

O layout do escritório pode estar amplificando o problema

Antes de substituir materiais, vale analisar a planta e a distribuição das atividades.

A ISO 22955:2021 trata especificamente da qualidade acústica de espaços de escritório aberto e diferencia ambientes conforme os tipos de atividades realizadas, incluindo áreas com comunicação por telefone ou vídeo, colaboração entre estações próximas e outros padrões de uso. 

A norma também pode ser aplicada ao planejamento e à adaptação de escritórios existentes.

Essa abordagem ajuda a compreender por que aplicar uma única solução para todo o pavimento nem sempre funciona.

Separe atividades incompatíveis

Colocar uma equipe comercial que realiza dezenas de ligações ao lado de profissionais que analisam documentos durante horas tende a gerar conflito acústico.

Sempre que possível, as atividades devem ser agrupadas conforme seu padrão sonoro.

Uma organização básica pode separar:

  • setores com muitas chamadas;
  • áreas de concentração;
  • salas de reunião;
  • espaços colaborativos;
  • recepção e atendimento;
  • equipamentos ruidosos;
  • áreas de circulação.

Nem sempre é necessário criar paredes do piso ao teto. Dependendo do projeto, mudanças de posição, barreiras parciais e sistemas leves podem melhorar bastante a condição existente. 

Em projetos de reorganização interna, as divisórias para ambientes corporativos são uma alternativa para criar setores, salas e áreas de maior privacidade sem depender de alvenaria convencional.

Distância também funciona como ferramenta acústica

Quanto maior a distância entre uma fonte sonora e o receptor, menor tende a ser o nível percebido, embora o comportamento real dependa das características da sala.

Por isso, impressoras, áreas de café, corredores movimentados e equipes com alto volume de comunicação não deveriam ser posicionados aleatoriamente.

Uma análise de fluxo ajuda a perceber algo que passa despercebido no desenho arquitetônico: algumas fontes geram ruído durante praticamente todo o expediente.

Como melhorar a acústica de um escritório open space na prática?

Uma intervenção eficiente geralmente começa pelo diagnóstico e avança por camadas. Não é necessário instalar todas as soluções existentes.

1. Identifique de onde vem o incômodo

O primeiro passo é descobrir se o problema predominante é:

  1. conversa entre colaboradores;
  2. ligações e videoconferências;
  3. equipamentos;
  4. climatização;
  5. ruído vindo de outros ambientes;
  6. reverberação excessiva;
  7. transmissão pelo teto ou pelas divisórias.

Essa distinção evita investimentos pouco eficientes.

2. Analise teto, piso e paredes

Quanto maior a quantidade de superfícies rígidas e refletoras, maior pode ser a necessidade de adicionar absorção sonora.

O teto merece atenção especial porque representa uma das maiores áreas contínuas de muitos escritórios. 

Por isso, sistemas de forro desenvolvidos para ambientes corporativos podem participar diretamente da estratégia acústica.

Além do desempenho sonoro, a escolha deve considerar manutenção, climatização, instalações elétricas, luminárias e necessidade de acesso ao entreforro. 

A IGB também aborda esses critérios no conteúdo sobre como escolher o melhor forro para ambientes comerciais.

3. Controle a propagação entre estações

Quando a fala passa diretamente de uma estação para outra, elementos de separação podem fazer parte da estratégia.

Dependendo da necessidade, podem ser avaliadas:

  • divisórias entre mesas;
  • painéis acústicos;
  • divisórias corporativas;
  • salas leves para reuniões;
  • elementos suspensos;
  • mobiliário utilizado estrategicamente.

A solução deve preservar circulação, iluminação, ergonomia e funcionalidade.

4. Crie locais apropriados para chamadas

Phone booths, pequenas salas de reunião e áreas dedicadas a videoconferências retiram parte das fontes mais invasivas do espaço coletivo.

Essa mudança operacional é especialmente útil em empresas nas quais reuniões híbridas e chamadas por vídeo fazem parte da rotina.

O problema não é a videoconferência em si. É realizar dezenas delas simultaneamente em um espaço cuja acústica não foi projetada para esse padrão de uso.

5. Faça as intervenções por prioridade

Uma empresa pode começar pelas áreas mais problemáticas, observar o resultado e posteriormente ampliar as soluções.

Essa estratégia permite reduzir interferências na operação e evitar uma reforma ampla sem diagnóstico prévio.

Aspectos técnicos que devem entrar no projeto acústico do escritório

Materiais não deveriam ser especificados apenas porque são apresentados comercialmente como “acústicos”. É necessário compreender qual propriedade está sendo considerada e qual problema precisa ser resolvido.

Absorção acústica não é isolamento acústico

Essa diferença muda completamente a especificação.

Absorção está relacionada à energia sonora refletida dentro do próprio ambiente. Materiais absorventes ajudam a reduzir reflexões e reverberação.

Isolamento acústico está relacionado à transmissão sonora entre espaços.

Portanto, instalar uma placa absorvente em uma parede não significa necessariamente impedir que uma conversa atravesse essa parede.

Para áreas que realmente precisam impedir ou reduzir a transmissão entre ambientes, como salas de reunião e diretorias, pode ser necessário trabalhar paredes, vedações, portas e teto de forma conjunta. 

A comparação da IGB entre divisória de vidro e drywall para escritório mostra como cada solução atende necessidades diferentes de privacidade, acústica e organização do espaço.

Observe o desempenho do forro

Em um escritório aberto, o teto pode ser utilizado como uma grande superfície de absorção.

Forros minerais e outros sistemas desenvolvidos para aplicações acústicas possuem diferentes características de desempenho. 

A escolha deve considerar especificação técnica, características do ambiente, manutenção e compatibilidade com luminárias, sprinklers, ar-condicionado e demais sistemas instalados no entreforro.

Avalie a reverberação e os níveis sonoros

O comportamento acústico de um ambiente não deve ser avaliado apenas pela sensação subjetiva dos ocupantes.

A ABNT NBR 10152:2017, com Errata 1:2020, estabelece procedimentos para medição dos níveis de pressão sonora em ambientes internos, determinação do nível representativo e valores de referência conforme a finalidade de uso do espaço.

Em projetos que exigem avaliação mais detalhada, parâmetros relacionados à reverberação, propagação sonora e inteligibilidade da fala ajudam a transformar percepções como “está muito barulhento” em critérios técnicos de projeto.

Considere a NR-17 e o conforto acústico no trabalho

O tema também possui relação com ergonomia.

A NR-17, do Ministério do Trabalho e Emprego, determina que, em ambientes internos onde sejam executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, sejam adotadas medidas de conforto acústico.

A norma estabelece que a organização deve adotar medidas de controle do ruído com a finalidade de proporcionar condições adequadas de conforto e determina que os níveis de ruído de fundo respeitem os valores de referência definidos pelas normas técnicas oficiais aplicáveis.

Isso reforça que a acústica do escritório não deve ser tratada apenas como escolha estética ou percepção de conforto.

Quais soluções podem reduzir o ruído sem grandes reformas?

SoluçãoProblema que pode ajudar a controlarNível de intervençãoObservação
Forro acústicoReflexões e reverberaçãoBaixo a médioPode ser integrado a sistemas modulares e instalações técnicas
Painéis absorventesReflexões localizadasBaixoA instalação estratégica tende a ser mais eficiente do que a aplicação aleatória
Divisórias entre estaçõesPropagação direta da falaBaixoAltura, posição e material influenciam o resultado
Divisórias corporativasSeparação funcional e privacidadeMédioPodem criar salas sem depender de alvenaria convencional
Reorganização do layoutConflito entre atividadesBaixoAjuda a afastar fontes ruidosas de atividades de concentração
Salas para chamadasTelefonemas e videoconferênciasMédioReduz fontes sonoras no espaço coletivo
Tratamento de paredes ou tetoReverberação e reflexõesBaixo a médioPrecisa ser especificado conforme o comportamento acústico
Isolamento de salas específicasTransmissão entre ambientesMédioExige atenção a paredes, portas, teto e possíveis caminhos laterais do som

A tabela mostra por que não existe um único produto capaz de resolver qualquer situação de ruído.

O projeto precisa responder ao fenômeno acústico predominante e às atividades executadas em cada região do escritório.

Divisórias podem resolver sem construir paredes de alvenaria?

Em muitos projetos, sim.

Sistemas de divisórias são utilizados para reorganizar ambientes empresariais sem os impactos de intervenções convencionais, como grande geração de entulho e períodos prolongados de obra.

Entretanto, é necessário distinguir separação visual de desempenho acústico.

Uma divisória pode organizar o layout sem proporcionar o nível de isolamento necessário para uma sala de reunião confidencial, por exemplo.

Drywall pode ser utilizado para criar áreas reservadas

O drywall permite diferentes composições de estrutura, chapas e materiais internos.

Dependendo da especificação, pode atender situações em que há necessidade de maior privacidade e controle da transmissão sonora.

Entretanto, detalhes de execução fazem diferença. Uma parede bem especificada pode perder desempenho quando existem frestas, portas inadequadas, encontros mal vedados ou caminhos de transmissão pelo entreforro.

Principais erros ao tentar diminuir o barulho do escritório

1. Comprar material acústico sem identificar o problema

O erro acontece quando a empresa procura primeiro um produto e só depois tenta descobrir se ele resolverá a situação.

Impacto: investimento sem resultado perceptível.

Como evitar: identificar se a necessidade envolve absorção, isolamento, propagação da fala ou ruído de equipamentos.

2. Colocar espuma ou revestimentos em qualquer parede

Nem todo material poroso possui desempenho suficiente para a aplicação desejada.

Impacto: alteração estética com pouco efeito no problema real.

Como evitar: utilizar produtos com propriedades técnicas adequadas ao objetivo acústico.

3. Ignorar o teto

Em escritórios amplos, o teto corresponde a uma grande superfície capaz de refletir som.

Impacto: tratar pequenas regiões das paredes e manter uma extensa área refletora.

Como evitar: analisar conjuntamente forro, paredes, piso e mobiliário.

4. Construir salas sem avaliar caminhos indiretos do som

Uma nova divisória pode terminar abaixo de um forro contínuo, permitindo que o som encontre outros caminhos pelo entreforro.

Impacto: a sala parece fechada visualmente, mas continua com baixa privacidade sonora.

Como evitar: considerar toda a composição construtiva, incluindo portas, junções, teto e instalações.

5. Misturar atividades muito diferentes no mesmo espaço

Uma equipe que passa o dia no telefone e outra que executa tarefas analíticas dificilmente possuem as mesmas necessidades acústicas.

Impacto: distração constante e conflitos internos.

Como evitar: utilizar zoneamento do layout e áreas específicas para atividades ruidosas.

6. Avaliar o resultado apenas pela sensação

A percepção dos usuários é relevante, mas projetos com exigências de desempenho podem demandar medições.

Impacto: dificuldade em saber se a intervenção realmente atingiu o objetivo.

Como evitar: quando necessário, definir parâmetros acústicos e realizar avaliações conforme normas aplicáveis.

Benefícios de melhorar a acústica do escritório open space

O primeiro resultado percebido costuma ser a diminuição da interferência entre atividades.

Conversas que antes se propagavam por grande parte do ambiente podem ficar mais localizadas, permitindo que diferentes equipes compartilhem o pavimento com menos interrupções.

Mais concentração durante tarefas analíticas

Menos distração sonora favorece atividades que exigem leitura, cálculo, planejamento, redação e análise.

Melhor inteligibilidade nas conversas próximas

Um ambiente com muitas reflexões pode dificultar inclusive compreender quem está falando ao lado.

Ao controlar a reverberação, a comunicação próxima tende a se tornar mais clara e confortável.

Maior privacidade

A combinação de layout, divisórias e tratamento acústico pode reduzir a distância em que determinada conversa permanece inteligível.

Isso ganha relevância em áreas de RH, financeiro, jurídico, diretorias, reuniões com clientes e atividades que envolvem informações reservadas.

Menor necessidade de reconstruir todo o escritório

Forros modulares, divisórias e revestimentos permitem trabalhar por zonas.

A empresa pode corrigir pontos críticos sem transformar necessariamente a intervenção em uma reforma estrutural ampla.

Mais flexibilidade para mudanças futuras

Sistemas leves e modulares favorecem novas configurações quando equipes aumentam, setores mudam ou o uso do imóvel é alterado.

Esse benefício precisa ser considerado no custo total do projeto, e não apenas no orçamento inicial.

Perguntas frequentes sobre escritório open space

O escritório open space sempre tem problema de acústica?

Não. O problema depende da quantidade e do tipo de atividades, do layout e dos materiais do ambiente. Um escritório aberto projetado com controle de absorção, propagação da fala e zoneamento pode apresentar condições acústicas adequadas.

Forro acústico elimina todo o barulho?

Não. O forro pode reduzir reflexões e reverberação, mas não elimina todas as fontes sonoras nem substitui necessariamente o isolamento entre ambientes. Frequentemente, ele funciona como uma das partes da solução.

É necessário fazer uma grande reforma para melhorar a acústica?

Nem sempre. Mudanças de layout, instalação de forros modulares, painéis, divisórias ou criação de espaços específicos para chamadas podem ser executadas com intervenções menores, dependendo do diagnóstico.

Divisória de vidro isola som?

O desempenho depende do sistema completo, incluindo tipo e espessura do vidro, perfis, vedações, portas e execução. Não se deve presumir isolamento acústico apenas porque existe fechamento físico.

Plantas e cortinas resolvem a acústica de escritórios?

Alguns elementos podem contribuir pontualmente para absorção ou difusão, mas não devem substituir materiais tecnicamente especificados quando existe um problema acústico relevante. O resultado depende da área efetivamente tratada e das características dos elementos.

Como saber se preciso de absorção ou isolamento acústico?

Se o problema principal é eco e excesso de reflexões dentro do próprio ambiente, normalmente a absorção ganha relevância. Se o objetivo é reduzir a passagem de som entre salas, a necessidade envolve principalmente isolamento e exige análise do sistema construtivo completo.

O caminho para um escritório mais silencioso começa pelo diagnóstico

Reduzir o barulho de um escritório open space não significa necessariamente fechar toda a planta ou iniciar uma obra extensa.

O primeiro passo é identificar quais sons realmente prejudicam o trabalho. Depois, é necessário compreender se o problema envolve excesso de reverberação, propagação da fala, transmissão entre ambientes, equipamentos ou incompatibilidade entre atividades próximas.

A partir desse diagnóstico, teto, divisórias, paredes, layout e áreas de apoio podem ser trabalhados de maneira integrada.

Forros com desempenho acústico ajudam no controle das reflexões. Divisórias podem reorganizar equipes e criar áreas reservadas. Tratamentos localizados corrigem pontos específicos. Mudanças no layout afastam fontes ruidosas de atividades sensíveis.

Quando essas decisões são combinadas, o espaço aberto pode continuar favorecendo a integração sem obrigar toda a equipe a conviver com conversas e chamadas durante o expediente inteiro.

Melhore a acústica do seu escritório com soluções adequadas ao espaço

Se o seu escritório apresenta eco, excesso de conversas audíveis, pouca privacidade ou dificuldade de concentração, vale avaliar a estrutura antes de partir para uma reforma convencional.

A IGB Soluções Construtivas atua com soluções em forros, divisórias e sistemas termoacústicos, além de venda, distribuição, instalação e projetos voltados a ambientes comerciais e corporativos.

A combinação adequada de forro, divisórias e tratamento do ambiente permite adaptar o escritório à rotina real da empresa, priorizando conforto acústico, funcionalidade, acesso às instalações e facilidade de manutenção sem recorrer automaticamente a intervenções estruturais de grande porte.

Se a sua empresa precisa avaliar quais soluções podem melhorar a acústica e a organização do ambiente corporativo, converse com a equipe da IGB para analisar as características do espaço e definir uma intervenção compatível com a operação do escritório.

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